Para os parcos indivíduos que me acompanham, decidi acabar com o ego centrismo reinante nesse blog e mudei o endereço para o nome do blog: naotenho.wordpress.com
É a mesma coisa, no entanto faz mais juz ao nome do blog. Obrigado e feliz 2009.
Para os parcos indivíduos que me acompanham, decidi acabar com o ego centrismo reinante nesse blog e mudei o endereço para o nome do blog: naotenho.wordpress.com
É a mesma coisa, no entanto faz mais juz ao nome do blog. Obrigado e feliz 2009.
Dica: para quem está precisando transformar arquivos de texto em arquivos PDF, vai aí a dica: primo PDF e hammer online.
São duas ferremamentas online: uma permite a criação de PDF a outra edição (dá para recortar, reconfigurar a disposição das páginas).
Primo PDF
http://online.primopdf.com/Default.aspx
PDF Hammer
http://www.pdfhammer.com/
Não há palavra melhor para definir Super Galdelic Hour do que Psicodélico. Jogo é da produtora Enix, antes da fusão com a Square e teve lançamento exclusivo no Japão.
Na apresentação do jogo já começa um carnaval de cores e formas girando na sua frente, bem semelhante a uma viagem de ácido (pelo que dizem, eu não saberia lhe informar se é isso mesmo).
O jogo parece ser um monte daquelas brincadeiras de programas de auditório (tipo olimpíadas do faustão) e exatamente isso, já que esses programas são populares no país nipônico q foi de lá que o Faustão importou algumas brincadeiras. As provas ocorrem entre garotas de maiô com uns chapéus de ursinho ou sei lá o que. Bizarro é pouco para provas que consistem em bater em painéis que surgem na tela com um enorme…pirulito??? Sim um pirulitão, enorme!!
A impressão que tive é que se trata de um jogo infantil, os cenários até lembram aqueles do Xou da Xuxa, mas a sensualidade das protagonistas em certos momentos (os seios pulando ao dançar por exemplo) e a impressão de estar passando por uma lavagem cerebral me impressionaram muito, caso ele realmente seja um jogo para crianças.
Bizarro? Bastante!
Age of War é um jogo estilo Tower Defense muito bom que achei no Newgrounds.com. Legal, divertido e simples. No estilo meio Age of Empires você começa defendendo sua caverna na idade da pedra e conforme ganha pontos avança em outras eras e tenta não só manter o inimigo longe de sua base, mas também atacá-lo. É legal e dá para passar um tempo enquanto espera alguém(eu estava jogando enquanto esperava minha namorada passar lá em casa para sairmos. Sim, é ela quem dirige…).
Para quem não notou o link para o jogo está lá em cima do post como o nome do jogo.
E agora vou dormir, falou….
Sim, escrever é para quem pode. E eu posso? Às vezes fico na dúvida, mas semana passada terminei minha mongrafia e parece que agora, depois de passar pelo ritual sagrado onde me consagrarão, me tornarei adulto de verdade e o mais incrível, cientista social.
E o que fiz para merecer isso? Escrevi e escrevi muito, mais do que imaginava ser capaz escrever, provei escrevendo que sabia do que estava falando o professor ou o texto indicado. Provei que sabia ler, entender, interpretar e reproduzir, principalmente reproduzir.
Não é que eu não mereça, mas depois disso tudo o que resta? Não acho que tenha produzido nada de efetivo nesses 4 anos, pois escrever, de verdade é para quem pode. Eu posso, mas e daí? Não é depressão, é realidade.
Mas como dizia meu amigo Raul: Foi tão fácil conseguir, agora eu me pergunto “e daí?”. Eu tenho uma porção de coisas novas para conquistar eu não posso ficar aí parado.
Obrigado a todos que me lêem pois provam que eu posso sim escrever. A qualidade? Ah, aí eu não sei.
Depois de um tempo sumido volto a postar para meu humilde público. Prometo escrever um pouco mais daqui para frente e sem baboseiras pós-modernas. Indo direto ao assunto…
Talvez poucos conheçam (eu conheci sem querer) e então achei que era uma boa colocar por aqui. Uma gravadora chamada Vitamin Records lançou uma série de albúns com uma premissa bem legal: Um quarteto de cordas que toca músicas de rock’n roll. Muito bom, existem diversos covers, aqui coloquei as homenagens que mais gostei nesses dias. Aproveite!!
No one knows – cover de Queens of the stone age
Times Like These – cover de Foo Fighters
Bohemian Rhapsody – cover de Queen
Somebody Told Me – Cover de The Killers
De certa forma as incongruências dos pensamentos pós-mediunicos tem a ver com envergadura da preposição moral com a qual estabelecemos relações subconscientes. Ora, se Édipo foi rei, porque não concluir essas inquietações subconscientes de forma nostálgica sem ao menos olhar a retaguarda? Ou quem sabe não observar a eminencia de certas coisas que se encontram há dois ou três quarteirões de si.
Querer, definitivamente não é poder. Essa questão já foi provada empiricamente incontáveis vezes e de diversas formas. Mas concluir os devaneios e tentar transportar tais conclusões para o “Mundo Real”, de fora da caverna platônica, pode resultar em incontaveis segundos de espera. A espera de uma resposta há uma questão simples, com poder de sintase dual.
Ora, não obter respostas para dadas questões, exteriorizadas em momentos de deslocamento do ego ou não, não necessariamente conrespondem à negação. Não que seja uma questão de “quem cala consente”, mas talvez se trate de uma questão de demasiada dúvida, incontáveis possibilidades incertas e uma única certa com desfeixo inexoráve,l é o silêncio. O silêncio que entre amigos é sinal de distância, entre amantes pode ser mal sinal, entre pais e filhos é é normal quando se é adolescente e sinal de rancor quando se é adulto, mas quando se espera uma resposta, de alguém ou do mundo, é desconforto.
Mas talvez tenha sido melhor sair do que ficar aprisionado a correntes coercitivas. Talvez a sensação de ver o sol vale mais a pena do que viver de sombras, mesmo que não se encontre o almejado corpo que reproduziu aquela forma tão atraente. A sombra de um futuro, de uma possibilidade. Um vislumbre rápido.
Foo Fighters é minha banda favorita há quase 10 anos, praticamente metade da minha vida e nunca fiz um Post aqui sobre os caras e agora a banda está dando um tempo……..triste mas acontece.
Vou trazer em breve uma série de posts sobres os caras em homenagem, um post para cada albúm de estúdio e seus respectivos clipes. Claro que na medida do possível. Nesse primeiro vão aí alguns vídeos que os caras fizeram ao vivo, mostrando o quanto são bons no que fazem e dois covers legais. Aprecie sem moderação!
My Hero
Everlong (não pode faltar)
Times Like These
Stairway to heaven
Foo Fighters e Jack Black – Back in Black
“Acontece.”
Sensacional, eu realmente sempre fiquei incomodado com a maneira que Christian Bale concebeu para o modo de falar do Morcegomem. Esse vídeo captou meus sentimentos.