Sem atualizações

Postado em Vídeos com categorias, , , , , às Junho 29, 2008 por igormendes

Desculpa a demora, mas como quem ler as coisas por aqui sabe sou unisersiOtário e como estamos em final de semestre meu tempo está sendo engolido por textos e mais textos e grandes trabalhos. Portanto, não tenho muito o que falar, não pude ver o filme do Hulk ainda para imprimir minha opinião nem vi nada que presta nesses dias.

Na verdade vi alguma coisa, um show de comédia que está sendo apresentado em São Paulo e se chama Improvável. É uma imitação do “Whos line is it anyway” do Drew Carrey (é isso?). Muuuito bom, com a companhia de comédia Os Babixas e Rafinha Bastos. A seguir alguns vídeos:

 

boa semana

Bourdieu, o campo erudito e a semana de 1922

Postado em Outros com categorias, , , , às Junho 26, 2008 por igormendes

O Campo da Arte e da Produção Erudita

 

            Segundo Pierre Bourdieu um campo se constitui quando ele ganha autonomia em relação a outros campos, ditando suas próprias regras e padrões. O campo artístico definiu-se em oposição ao campo econômico, ao religioso e ao político. O artista ganha autonomia ao se libertar de seus patronos burgueses, a Igreja e as cortes.

            Tal fato ocorreu  por volta do século XV, com a invenção da imprensa, que aumenta o alcance da obra, principalmente o da literatura. A função artística antes associada à religião (a maioria das obras das pinturas na época ainda eram ligadas a religião) e ao poder político ou econômico. Artistas que antes produziam obras que tinham de ter uma função estética exigida pelo patrono ganharam autonomia para produzir arte enquanto tal. Bourdieu comenta sobre esse fenômeno:

 

Embora a vida intelectual e artística estivesse sob a tutela, durante toda a Idade Média, em grande parte do Renascimento e, na França, com a vida na corte, durante todo o período clássico, instâncias de legitimidade externas, libertou-se progressivamente, tanto  econômica como socialmente, do comando da aristocracia e da Igreja, bem como de suas demandas estéticas.[1]

 

Ainda afirma:

Destarte, o processo de autonomização da produção intelectual e artística é correlato à constituição de uma categoria socialmente distinta de artistas ou de intelectuais profissionais, cada vez mais inclinados a levar em conta exclusivamente as regras firmadas pela tradição propriamente intelectual ou artística herdada de seus predecessores, e que lhes fornece um ponto de partida ou um ponto de ruptura, e cada vez mais propensos a liberar sua produção e seus produtos de toda e qualquer dependência social (…).[2]

 

Cabe ressaltar que esse momento se dá através de uma nova relação do artista com o não-artista e com outros artistas. Essas novas relações, estão associadas a industria cultural e a produção erudita respectivamente. Isso não quer dizer que uma obra de cunho erudito não possa atingir não-artistas, mas que primeiramente ela é formulada com vistas aos pares.

A relativa independência dos artistas aumentou cada vez mais a parti da revolução industrial. A produção cultural em massa conseguiu difundir ainda mais os “produtos” artísticos o que teve dois resultados distintos. Um deles é a constituição de uma economia de bens simbólicos no mercado, com produção artística em grande escala sendo vinculada em folhetins, revistas e outros meios. O outro foi a constituição de um grupo de indivíduos que estabelecem a regra do campo, se constituindo não em artistas ordinários, mas representantes e juízes de uma tradição artística. Ou seja, instaura-se “uma dissociação entre a arte como simples mercadoria e a arte como pura significação, cisão produzida por uma intenção meramente simbólica e destinada à apropriação simbólica”[3].

A respeito da constituição deste campo artístico erudito, gostaria de abordar um fato histórico nacional, a Semana da Arte Moderna, de 1922, pois constitui um cisma entre um padrão artístico que vigorava desde o final do século XIX e um novo padrão que reivindicava liberdade e reconhecimento no campo. É um caso que ilustra muito bem “a estrutura e o funcionamento da produção erudita”.

 

A Semana da Arte de 1922

(…) o campo da produção erudita tende a produzir ele mesmo suas normas de produção e os critérios de avaliação de seus produtos, e obedece à lei fundamental da concorrência pelo reconhecimento propriamente cultural concedido pelo grupo de pares que são, ao mesmo tempo, clientes privilegiados e concorrentes”

 

A semana da Arte Moderna aconteceu na cidade de São Paulo de 11 a 18 de fevereiro de 1922. A exposição apresentava uma série artes plásticas, palestras sobre a modernidade, declamação de poesias e apresentações musicais. Os artistas participantes foram Mário de Andrade e Oswald de Andrade, Víctor Brecheret, Anita Malfatti, Menotti Del Pichia, entre outros.  

Os artistas que idealizaram a semana propunham um rompimento com a estética vigente e por isso trouxe desconforto para or artistas consagrados da época. Na Europa o processo de mudança de padrão estético já vinha acontecendo e o que esses artistas fizeram foi fazer promoção desses novos padrões. As principais influências foram do cubismo, expressionismo e futurismo. A exposição teve grande imapacto na época, no entanto impacto negativo.

 

Isso ocorreu porque, segundo Bourdieu, as obras produzidas no campo erudito são, geralmente, intaligíveis para o público não-artista. Com isso os crtiticos, dotados de um reconhecimento, leêm as obras e indicam o que é bom e o que é ruim para o público. Acontece que há uma relação entre esses críticos e os artistas. Dessa maneira constitui-se uma arena fechada para a consagração, na qual só participa da disputa os que são legitimados por esses “juízes” que tem de forma subjetiva os critérios de classificação.

Um dos momentos onde fica mais clara a tentativa dos modernistas de entrar no campo, estabelecendo uma nova elite artistica, foi o poema “Sapos” de Manuel Bandeira, crítica ao Parnasianismo, que abriu a exposição e foi seriamente criticado.

A poesia parnasiana caracteriza-se pela sacralidade da forma, pelo respeito às regras de versificação, pelo preciosismo rítmico e vocabular, pela rima rica e pela preferência por estruturas fixas, como os sonetos. O emprego da linguagem figurada é reduzido, com a valorização do exotismo e da mitologia. Os temas preferidos são os fatos históricos, objetos e paisagens. Era a verdade arte pela arte, porque, segundo seus autores a poesia deve existir por si só, não dependendo de sentimentos. Entre seus adeptos havia Olavo Bilac. A seguir poesia de Olavo Bilac a respeito da língua portuguesa, Última Flor do Lácio:

Última flor do Lácio, inculta e bela,
És, a um tempo, esplendor e sepultura:
Ouro nativo, que na ganga impura
A bruta mina entre os cascalhos vela…

Amote assim, desconhecida e obscura,
Tuba de alto clangor, lira singela,
Que tens o trom e o silvo da procela
E o arrolo da saudade e da ternura!

Amo o teu viço agreste e o teu aroma
De virgens selvas e de oceano largo!
Amo-te, ó rude e doloroso idioma,

Em que da voz materna ouvi: “meu filho!”
E em que Camões chorou, no exílio amargo,
O gênio sem ventura e o amor sem brilho!

 

          O Parnasianismo se constitui um bom exemplo a respeito do  campo erudito pela rigidez exigida pelos autores a respeito da métrica e dos temas tratados. E para criticar tal rigidez, o poema de Manuel Bandeira:

Os Sapos

Enfunando os papos,
Saem da penumbra,
Aos pulos, os sapos.
A luz os deslumbra.

Em ronco que aterra,
Berra o sapo-boi:
- “Meu pai foi à guerra!”
- “Não foi!” - “Foi!” - “Não foi!”.

O sapo-tanoeiro,
Parnasiano aguado,
Diz: - “Meu cancioneiro
É bem martelado.

Vede como primo
Em comer os hiatos!
Que arte! E nunca rimo
Os termos cognatos.

O meu verso é bom
Frumento sem joio.
Faço rimas com
Consoantes de apoio.

Vai por cinquüenta anos
Que lhes dei a norma:
Reduzi sem danos
A fôrmas a forma.

Clame a saparia
Em críticas céticas:
Não há mais poesia,
Mas há artes poéticas…”

Urra o sapo-boi:
- “Meu pai foi rei!”- “Foi!”
- “Não foi!” - “Foi!” - “Não foi!”.

Brada em um assomo
O sapo-tanoeiro:
- A grande arte é como
Lavor de joalheiro.

 

Ou bem de estatuário.
Tudo quanto é belo,
Tudo quanto é vário,
Canta no martelo”.

Outros, sapos-pipas
(Um mal em si cabe),
Falam pelas tripas,
- “Sei!” - “Não sabe!” - “Sabe!”.

Longe dessa grita,
Lá onde mais densa
A noite infinita
Veste a sombra imensa;

Lá, fugido ao mundo,
Sem glória, sem fé,
No perau profundo
E solitário, é

Que soluças tu,
Transido de frio,
Sapo-cururu
Da beira do rio…

           

O poema todo é uma afronta ao quebrar todo o padrão proposto pelos parnasianos e ainda ao criticá-los abertamente. Os artistas da Semana da Arte Moderna conseguiram o reconhecimento só com o tempo, tendo a exposição grande importância histórica em questões de contestação, de reclame de identidade cultural nacional e outros aspectos.

            Mais importante para o nosso estudo de cultura, a Semana de 22, mostrou que artistas disputam um campo no qual se briga constantemente pela sua arbitragem. Quem permanece no campo é quem dita as regras para que se faça parte dele, mas um rompimento através da constituição de uma consciência coletiva também é possível. Foi por causa desses artistas que procuravam quebrar a vanguarda que tivemos nomes como Carlos Drummond de Andrade, Cecília Meireles, João Cabral de Melo Neto, Tarsila do Amaral e outros artistas hoje consagrados, que possivelmente não teriam valor nenhum caso permanecessem os valores do século XIX no campo.




[1] Bourdieu, Pierre. O mercado de bens simbólicos. In: Sergio Micelli (org.), Ed. Perspectiva, São Paulo, 2004, cap. 3 p. 100

[2] Idem, p.101

[3] Ibidem, p. 103

Tarja Preta

Postado em Vídeos com categorias, , , às Junho 12, 2008 por igormendes

Lembra daquela veeelha tarja preta que costuma aparecer em filmes e fotos onde pessoas estão nuas, peladas e sem roupa? Aparecia muito naquela série da Globo nos anos 80…..aquela do Juba e do Lula….caramba não lembro……..não importa. Um Zé aí fez um vídeo com a temática. Só queria ver uma versão não censurada……

 

 

Babylon A.D.

Postado em Vídeos, cinema com categorias, , às Junho 11, 2008 por igormendes

Babylon A.D.Caramba!! Mó legalzão o trailer desse filme novo do Vin Diesel. Não tenho muito informação a respeito mas parece que vai ser do carvalho.

O filme é baseado em um livro (aliás uma GRANDE novidade Hollywoodiana atualmente) chamado Babylon Babies de Maurice Georges Dantec, o qual eu não conheço nada que tenha escrito.

Eu não gostei de nada do senhor “combustível de caminhão” (nossa, que engraçado!) já fez. Nada mesmo. Apesar de que meu preconceito com “Triplo X” e “Velozes e Furiosos” me fez não querer ver o resto. Dizem que a “Guerra de $@#!*” é bom, mas eu nunca vi. Mesmo assim, eu acho que ele tinha que ser o Thor nos cinemas (não importa de é careca, é só por peruca) ou então uma adaptação Hollywoodiana do Chapolin, mas isso já é uma coisa pessoal.

 

O diretor do Filme é o francês Mathieu Kassovitz o qual eu assisti apenas o filme “Gothika”( Hale Berry e Robert Downey Jr.), que é o único feito nas terras do tio Sam.

O filme se passa num futuro próximo onde Diesel é um mercenário que é contratado para buscar uma garota na Rússia e levá-la até o Canada. [Modo "Narrador da Seção da Tarde" On] e a partir daí acontecem muitas confusões [Modo "Narrador da Seção da Tarde" Off]. Parece ser um filme de ação bemmmm legal!!! Apesar de não ser o maior fã dessas coisas e apreciar muito histórias bem contadas e filmes intrigantes eu também gosto de descansar o cérebro.

Infelizmente não sei porque não consegui postar o vídeo aqui, sei lá o que ocorreu. Então é clicar no link do Judão* para ver a notícia lá e tals. Assista o trailer e seja feliz.

 

 

Os Indomáveis (2007)

Postado em Recomendo com categorias, , , , às Junho 9, 2008 por igormendes

Os Indomáveis (2007)

“Os Indomáveis” (3:10 to Yuma) é um filme “faroeste” bem legal dirigido por James Mangold(”Kate e Leopold” e “Identidade”). Refilmagem de um clássico Bang-Bang de 1957 que fora baseado num conto de Elmore Leonard.

O filme tem características clássicas da relação mocinho bandido dos filmes, inclusive o aspecto mais importante dos heróis americanos: o Self Made Man.

Os Indomáveis

História

Ben Wade (Rossel Crowe) é um famoso assaltante de diligências na região. Após um sucedido assalto que garantirá a ele e a seu bando viver um tempo na tranquilidade, Ben se descuida num Saloon e acaba sendo preso pelo Xerife local.

Um representante da em empresa ferroviária que estava tendo diversos prejuízos resolve pagar um grupo de homens para que levem Ben até uma cidade da região de onde irá sair um trem às 3:10 da tarde para Yuma, onde será julgado.

Dan Evans (Christian Bale), um fazendeiro endividado resolve aceitar a proposta no intuito de pagar suas contas e poder levantar seu rancho. Enquanto isso o grupo de Ben, liderado por Charlie Prince (Ben Foster) persegue o grupo que está escoltando Wade para salvá-lo.

A partir daí acontecem diversas cituações bem ao estilo Western que remte aos clássicos. O filme segue uma linha bem legal e surpreende o tempo todo. Ele é muito pouco previsível e por isso se destaca.

Self Made Man

Os clássicos filmes Western  tem os aspectos mais claros do caráter do herói ocidental, que eu já comentei em outro post, e mais ainda a versão americana desses heróis. É interessante notar que mesmo nessa onda de anti-heróis que temos visto nos dias de hoje o diretor opitou por usar a formúla clássica: o Herói é tosco e bruto. O Vilão é educado, galanteador e inteligente. É muito interessante esse aspecto.

Sociologicamente, essa cotraposição do homem trabalhador braçal e rústico ao educado e pólido vem de uma questão hitórica referente a colonização inglesa. É como o se o Vilão representasse o europeu, frio e aristocrata, enquanto o Herói é o desbravador do velho oeste o homem que constrói a sua história sozinho, o Self Made Man. Isso fica bem claro em diversos aspectos do filme, como a história pessoal de cada um, que são traçadas a partir das coversas entre mocinho e bandido e fica clara também na caracterização dos personagens.

Recomendações

Recomendo o filme não só para os fãs do gênero, mas também àqueles que curtem filmes de ação. Ele também tem uma história bem interessante e a relação entre Herói e Vilão é bem interessante, diferente do que estamos acostumados.

Recomendo

 

 

Metal Gear Solid 4

Postado em Games, Recomendo com categorias, , , às Junho 6, 2008 por igormendes

Snaaaaaake

 

E daqui a uma semana sai Metal Gear Solid 4, mais precisamente no dia 12 de Junho, dia dos namorados aqui no Brasil. O quarto jogo da Série Metal Gear Solid (sem contar a série original e os spin-offs) saíra apenas para a Estação da Diversão 3 (não achei que a tradução de “Play” fosse ficar boa) e eu quero!

Infelizmente eu não tenho PS3 e vou ficar só chupando o dedo por um bom tempo. Eu gosto da história do jogo, bem feita, bem amarrada e a condução do jogo pelo diretor  e criador da séria, Hideo Kojima, é cinematográfica. O jogo é over!!!

Bom, fica aí minha dica para quem tem PS 2: jogue Metal Gear! Se você gosta de jogos de ação furtiva e tramas complexas e histórias bem contadas, tá aí um jogo.

Para quem tiver PS3 (dúvido!) e quiser dar uma olhada mais a fundo, dá uma olhada no site oficial:

Aqui ó!

 

HULK ESMAGA!!!

Postado em Outros, cinema com categorias, , , às Junho 5, 2008 por igormendes

Hulk é um personagem estranho, mas legal. Estranho porque é um cara que sofre radiações de uma Bomba Gama (?) e vira um gigante musculoso, burro e verde (depois de um tempo). Legal porque ele é quebradera geral, só destruindo tudo.

Esse mês é um mês especial para o Hulk aqui nas terras tupiniquins porque dia 13 estréia o novo filme ( Com Eward Norton e Liv Teyler) e esse mês também estréia pela Panini a nova saga da Marvel Comics: Hulk Contra o Mundo. Não tenho dúvidas que os editores brasileiros manipularam as histórias daqui para coincidir com o lançamento. Com certeza todo o “Frison” que o filme vai causar vai alavancar algumas vendas esporádicas. Noooo problem!

Hulk Esmaga o Mundo!!!

A saga não me entusiasma muito, porque a Marvel sempre faz grandes eventos e depois parece que esquesse o que aconteceu, ou finge que nada aconteceu, sei lá. Nunca teve nenhum evento onde as alterações tenham sido reais. Para quem quiser dar uma olhada o site oficial da saga tá aqui. Tem bastante coisa legal lá.

Sobre o filme, tendo em vista o resultado de Homem de Ferro e os caminhos que a Marvel Studios está seguindo é bem provável que esse filme deixe o do Ang Lee no chinelo de bambu.hulk esmaga no cinema

Por quê? É bem provável que o fato de Edward Norton já diz muita coisa. O cara entende de esquizofrenia, já fez dois papéis onde era “doidão da bala chita”: “As duas faces de um crime” e “Clube da Luta” que é foda!!! O cara tem que segurar a onda como Bruce Banner, porque o Hulk é só computação gráfica, então ele não irá fazer o papel do Hulk, mas o do Baner (dã!). Mas assim como achei que Rober Downey Junior teve a manha de interpretar o Stark sem se apoiar na figura de seu alter ego, o sr. Norton terá de fazer o mesmo.

Inclusive, os atores desse filme me chamam muita mais a atenção do que de Ang Lee (que diga-se de passagem eu nem vi. Poxa o Hulk luta contra poodles mutantes!!Que droga…) Tim Roth é um ótimo ator também. Seus melhores exemplos são “A Lenda do Pianista do Mar” e “Cães de Alguel”.

A Liv Tyler é bonitinha e é bem provável que cumpra seu papel de par romântico. William Hurt é bom ator, apesar de ter feito aquela caca que foi “Perdidos no Espaço”. Mas tem filmes legalzinhos no currículo tipo “Inteligência Artificial” e “O Quarto Andar”. O fato de ganhar Oscar não me diz nada porque até a Hale Berry ganhou.

Minha outra razão de achar que o filme vai ser bom vem do diretor, Louis Leterrier. O cara não é um mega diretor, mas dirigiu três filmes de ação legais: “Carga Explosiva” 1 e 2 e “Cão de Briga”. Eu acho “Carga Explosiva” um dos filmes de ação mais legais que já vi e até tenho o DVD com Jason Statham na capa mandando bala. “Cão de Briga’ tem o Jet Li batendo na galera igual um doido(mesmo). Se for pensar na direção para cenas de ação, o cara é bom e isso me chama atenção para o filme.

Então é isso. O Verdão chegas as telas dia 13 e a revista dele onde ele bate em todo mundo da Marvel (novidade) chega esse mês nas bancas, só não sei quando, mas é só olhar o Hot Site dele.

 

Música Boa: Ed Motta

Postado em música com categorias, , , , às Maio 31, 2008 por igormendes

Eu tenho interesse na opinião dos meus leitores, é claro (os poucos que tenho)! Mas meu gosto pessoal por música é o que vai importar aqui ok?

Bom, hoje gostaria de falar um pouco de Ed Motta, aquele gordo que canta demais. O cara canta tendências musicais americanas ( O soul, o jazz e o blues) mas tem muita coisa de MPB também. Na minha opinião é um dos melhores vocalistas do Brasil e tem bastante trabalho no exterior.

A excelência musical dele não conta apenas com sua capacidade de escrever musicas. O cara canta como o capeta( Ah Muleque)! É a única pessoa que eu já ouvi falar que faz contra baixo com a voz. Mas, como todo cara foda que se prese, ele é exigente e por isso a banda que toca com ele é osso. Os caras são sensacionais e os improvisos são fenomenais. Infelizmente nunca pude ir em Show do cara, mas o Youtubo dá uma ajudazinha. Depois posto alguma coisa de verdade sobre o cara, porque agora to com preguiça e só quis prestar homenagem.

Para quem gosta ou interessar, ou ainda quiser entender meu gosto musical:

 

 

 

 

 

 

 

Falando em MPB…

Postado em Vídeos, música com categorias, , , , , , , , , às Maio 31, 2008 por igormendes

Achei no “Você Tubo” um barulho muito bom esses dias. Não sei ainda se é Show, se é Banda ou o raio, mas chama-se Duo e toca MPB de um modo sensacional.

Chama Duo porque são dois (Dã!!) caras tocando, um no tecladinho e outro no violão, César Camargo Mariano e Romero Lubambo. Escabroso de bom. Os caras tocando No Rancho Fundo deixam qualquer outra dupla [sertaneja] no chinelo. E não sao havaianas!!(nossa que engraçado XD) Mas infelizmente não enxerguei onde aquilo poderia ser No Rancho Fundo…..sei lá….

Bom, seguem 3 videozinhos dos caras. Aprecie!

 

 

 

Abertura de Desenhos: 1980×1990

Postado em Vídeos com categorias, , , , , às Maio 27, 2008 por igormendes

Para quem está com tempo aí vão meia hora de aberturas de desenhos dos anos 80 e dos anos 90. Dá até uma saudade….Quais eram melhores? Quais eu vi?  Aproveitem.

Anos 80

 

Anos 90