Arquivo para Novembro, 2008

Cogito ergo scribo res bardus I

Postado em cogito ergo em Novembro 2, 2008 por igormendes

De certa forma as incongruências dos pensamentos pós-mediunicos tem a ver com envergadura da preposição moral com a qual estabelecemos relações subconscientes. Ora, se Édipo foi rei, porque não concluir essas inquietações subconscientes de forma nostálgica sem ao menos olhar a retaguarda? Ou quem sabe não observar a eminencia de certas coisas que se encontram há dois ou três quarteirões de si.

Querer, definitivamente não é poder. Essa questão já foi provada empiricamente incontáveis vezes e de diversas formas. Mas concluir os devaneios e tentar transportar tais conclusões para o “Mundo Real”, de fora da caverna platônica, pode resultar em incontaveis segundos de espera. A espera de uma resposta há uma questão simples, com poder de sintase dual.

Ora, não obter respostas para dadas questões, exteriorizadas em momentos de deslocamento do ego ou não, não necessariamente conrespondem à negação. Não que seja uma questão de “quem cala consente”, mas talvez se trate de uma questão de demasiada dúvida, incontáveis possibilidades incertas e uma única certa com desfeixo inexoráve,l é o silêncio. O silêncio que entre amigos é sinal de distância, entre amantes pode ser mal sinal, entre pais e filhos é é normal quando se é adolescente e sinal de  rancor quando se é adulto, mas quando se espera uma resposta, de alguém ou do mundo, é desconforto.

Mas talvez tenha sido melhor sair do que ficar aprisionado a correntes coercitivas. Talvez a sensação de ver o sol vale mais a pena do que viver de sombras, mesmo que não se encontre o almejado corpo que reproduziu aquela forma tão atraente. A sombra de um futuro, de uma possibilidade. Um vislumbre rápido.

sombras

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