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Os Indomáveis (2007)

Postado em Recomendo com as tags , , , , em Junho 9, 2008 por igormendes

Os Indomáveis (2007)

“Os Indomáveis” (3:10 to Yuma) é um filme “faroeste” bem legal dirigido por James Mangold(“Kate e Leopold” e “Identidade”). Refilmagem de um clássico Bang-Bang de 1957 que fora baseado num conto de Elmore Leonard.

O filme tem características clássicas da relação mocinho bandido dos filmes, inclusive o aspecto mais importante dos heróis americanos: o Self Made Man.

Os Indomáveis

História

Ben Wade (Rossel Crowe) é um famoso assaltante de diligências na região. Após um sucedido assalto que garantirá a ele e a seu bando viver um tempo na tranquilidade, Ben se descuida num Saloon e acaba sendo preso pelo Xerife local.

Um representante da em empresa ferroviária que estava tendo diversos prejuízos resolve pagar um grupo de homens para que levem Ben até uma cidade da região de onde irá sair um trem às 3:10 da tarde para Yuma, onde será julgado.

Dan Evans (Christian Bale), um fazendeiro endividado resolve aceitar a proposta no intuito de pagar suas contas e poder levantar seu rancho. Enquanto isso o grupo de Ben, liderado por Charlie Prince (Ben Foster) persegue o grupo que está escoltando Wade para salvá-lo.

A partir daí acontecem diversas cituações bem ao estilo Western que remte aos clássicos. O filme segue uma linha bem legal e surpreende o tempo todo. Ele é muito pouco previsível e por isso se destaca.

Self Made Man

Os clássicos filmes Western  tem os aspectos mais claros do caráter do herói ocidental, que eu já comentei em outro post, e mais ainda a versão americana desses heróis. É interessante notar que mesmo nessa onda de anti-heróis que temos visto nos dias de hoje o diretor opitou por usar a formúla clássica: o Herói é tosco e bruto. O Vilão é educado, galanteador e inteligente. É muito interessante esse aspecto.

Sociologicamente, essa cotraposição do homem trabalhador braçal e rústico ao educado e pólido vem de uma questão hitórica referente a colonização inglesa. É como o se o Vilão representasse o europeu, frio e aristocrata, enquanto o Herói é o desbravador do velho oeste o homem que constrói a sua história sozinho, o Self Made Man. Isso fica bem claro em diversos aspectos do filme, como a história pessoal de cada um, que são traçadas a partir das coversas entre mocinho e bandido e fica clara também na caracterização dos personagens.

Recomendações

Recomendo o filme não só para os fãs do gênero, mas também àqueles que curtem filmes de ação. Ele também tem uma história bem interessante e a relação entre Herói e Vilão é bem interessante, diferente do que estamos acostumados.

Recomendo

 

 

Metal Gear Solid 4

Postado em Games, Recomendo com as tags , , , em Junho 6, 2008 por igormendes

Snaaaaaake

 

E daqui a uma semana sai Metal Gear Solid 4, mais precisamente no dia 12 de Junho, dia dos namorados aqui no Brasil. O quarto jogo da Série Metal Gear Solid (sem contar a série original e os spin-offs) saíra apenas para a Estação da Diversão 3 (não achei que a tradução de “Play” fosse ficar boa) e eu quero!

Infelizmente eu não tenho PS3 e vou ficar só chupando o dedo por um bom tempo. Eu gosto da história do jogo, bem feita, bem amarrada e a condução do jogo pelo diretor  e criador da séria, Hideo Kojima, é cinematográfica. O jogo é over!!!

Bom, fica aí minha dica para quem tem PS 2: jogue Metal Gear! Se você gosta de jogos de ação furtiva e tramas complexas e histórias bem contadas, tá aí um jogo.

Para quem tiver PS3 (dúvido!) e quiser dar uma olhada mais a fundo, dá uma olhada no site oficial:

Aqui ó!

 

Indiana Jones nos cinemas…Finalmente

Postado em Recomendo com as tags , , em Maio 26, 2008 por igormendes

Tenho 21 anos e nunca pude ver Indiana Jones nos cinemas. Agora pude relizar meu sonho vendo o Professor Jones com menos pique, velhinho, mas sempre muito legal!

Indiana Jones e O Reino da Caveira de Cristal

Para a velha guarda o filme deve assustar no começo, mas os escritores souberam dosar as coisas. O filme, como qualquer um da atualidade, tem cenas desnecessárias. No entanto isso não consegue acabar com a magia do velho Jones.

Os roteiristas fizeram uma atualização (não para os dias de hoje, mas para a época em que se passa o filme) na história mostrando que muitas coisas mudaram para o Indy. Isso acontece seguindo a idéia original dos primeiros filmes, que era retratar o cinema da época: aventureiros em terras distantes e nazistas. Agora os inimigos não são mais os nazistas (estamos na década de 1950), mas os Comunistas. O filme tem um pouco de clima de filme de espião misturando guerra fria, comunistas e a “caça as bruxas” que aconteceu nos States na época.

Outra coisa que acontece de legal é que eles não forçam a barra com o velho Indiana. Ele está velho e não tem condições de fazer as mesmas loucuras de antes. A coisa é bem legal. Outras coisas não dá para falar porque se não estraga o filme. Recomendo.

 

Papo Nerd

Postado em Outros, Recomendo com as tags em Abril 10, 2008 por igormendes

Seguinte, estou mudando o “Não Tenho” para “Papo Nerd”, até ter idéia melhor. Achei que seria a melhor coisa a se fazer porque o Blog tem se carcterizado por expressar opinião a respeito de flimes, jogos e etc. Então aí vai.

Papo Nerd

Darkman: A vingança sem rosto

Postado em Recomendo, cinema com as tags , , , , em Abril 5, 2008 por igormendes

A Vingança sem Rosto

Antes de ficar famoso pela série de filmes do Homem-Aranha o diretor Sam Raimi dirigiu este filme quue presta homenagem aos heróis de histórias em quadrinhos em geral. Com vocês Darkman.

Depois de Uma Noite Alucinante

Sam Raimi sempre foi fã de quadrinhos e de filmes de terror da década de 50 e 60, um verdadeiro nerd. Durante a década de 1980, quando iniciou sua carreira com os dois filmes da série “Evil Dead” ( Aqui “A morte do Demônio” e “Uma Noite Alucinante”), ele se candidatou para dirigir o filme do Batman e do Sombra, mas acabou perdendo para Tim Burton e  Russell Mulcahy respectivamente, apesar do filme do Sombra ter sido lançado apenas em 1994.

Depois de ter dirigido três filmes no melhor estilo trash anos 80 e com baixissimo orçamento, Sam Raimi conseguiu seu primeiro contrato com um estúdio maior, o Universal. Depois de suas frustrações para dirigir filmes de heróis consagrados ele resolveu criar um e escreveu um roteiro de 30 páginas. O estúdio gostou e o filme foi produzido estrelando Liam Nesson ( para os pouco informados, o Qui’gon Jin de Star Wars: Episódio 1).

Elementos dos Quadrinhos

O filme tem todo o potencial de Sam como diretor e roteirista. Ele se parece com uma história em quadrinhos do começo ao fim. Ele tem todos os elmentos da formula consagrada dos quadrinhos americanos: herói mascarado, vingança, vilão mal sem motivo aparente, ação e a donzela. A relação entre Darkman e sua identidade secreta é ótima e ele vive um dilema no estilo dos heróis Marvel.

darkman

A história da Vingança

Peyton Westlake é um cientista que está tentando desenvolver uma pele sintética, para os rostos de pessoas desfiguradas, que pareça natural e tenha grande durabilidade. O problema é que as próteses criadas duram apenas 99 minutos, depois disso derretem sem explicação aparente. A complicação do filme acontece quando Peyton troca com sua namorada, a advogada Julie Hastings, papéis em que ela tinha provas que ligavam um famoso empresário com o crime organizado. Peyton leva os papéis para o seu laboratório sem perceber e aí que a história fica interessante.

Robert G. Durant, o chefão do crime organizado, vai até o laboratório com seus capangas (entre eles um perneta que tem uma metralhadora na sua prótese) e põe fogo no laboratório, põe as mãos do cientista no ácido para torturá-lo ( o que apaga suas digitais)e depois explode tudo!! O nosso herói é encontrado semi-morto e em coma, considerado um indigente. Enquanto é levado para um hospital onde o usarão de cobaia, sua real identidade é declarada como morta.

No hospital ele passa por um procedimento em que desligam os receptores de dor do seu cérebro. O cara acorda do coma, foge do hospital se lembra de tudo e resolve iniciar sua vingança. O problema é que neste momento ele vira uma espécie de cientista louco. Agora com o rosto desfigurado ele passa a produzir máscaras para si mesmo, que o permitem andar entre as pessoas e se disfarçar como seus inimigos.

Melhor que Homem-Aranha

Não tenho dúvidas que esse filme é bemmmm melhor do que Homem-Aranha, possivelmente por ser uma criação pessoal do diretor e por isso ele ganhou certo grau de liberdade para dirigí-lo a qual não teve em Homem-Aranha.

Assista, recomendo.

Excalibur

Postado em Recomendo com as tags , , , , , , em Março 29, 2008 por igormendes

Hoje quero dar a idéia de um filme clássico, mas que acho que ficou meio apagadinho com o tempo. O filme é Excalibur de 1981, dirigido por John Boorman.

Excalibur 

Excalibur conta a história de (pasmem) Rei Arthur e suas peripécias. Neste filme há passagens de toda a história que conhecemos com todos os personagens legais e divertidos.  Ele é bem fiel a lenda com todas as partes místicas como a Dama do Lago, Merlin e também o Santo Graal (antes da viagem que o Código Da’Vinci trouxe). O filme praticamente não tem aotres conhecidos, mas isso não importa, o filme é bom.

O filme consegue se equilibrar bem entre partes dramáticas e cenas de combate, sem deixar a história se perder. Na minha opinião é a melhor adaptação da história para o cinema. Apesar de as Brumas de Avalon ser uma ótima adaptação do livro homônimo o excesso de feminismo me irrita em alguns momentos.

Falando nisso

Um outro filme a respeito de Arthur e sua trupe é Merlin, que parece muito com uma adaptação de As Brumas de Avalon, no entanto, a história é contada pelo ponto de vista do mago, interpretado por Sam Neil ( Parque dos Dinossauros 1 e 3). O filme é pouco conhecido porque foi produzido pelo Hallmark channel, que não é lá uma HBO, mas produz coisas interessantes e meio alternativas com atores que já fizeram algum sucesso em dias remotos do passado!

O diretor do filme é Steve Barron que foi o diretor do primeiro Tartarugas Ninja.

Merlin

O Décimo Terceiro Andar

Postado em Recomendo com as tags , , , , em Março 14, 2008 por igormendes

Estou sem inspirações absolutas para escrever coisas divertidas por aqui, mas como combinei comigo mesmo, sexta é dia de recomendações de filmes, jogos ou música. E hoje a recomendação é especial para quem curte Ficção Cientifíca.

O Décimo Terceiro Andar – Abafado por Matrix?

Décimo Terceiro Andar 

O Décimo Terceiro Andar trata do tema de realidade virtual, assim como Matrix. O filme foi lançado no mesmo ano(1999) e possivelmente não conseguiu chamar a atenção como o filme de Keanu Reeves. Não se trata de uma grande produção, mas o roteiro é bem interessante.

Um grupo de cientistas cria uma realidade virtual, na década de 1990(não lembro se o ano é especificado). Essa realidade simula Los Angeles da década de 1930 e a idéia dos criadores é que toda a pessoa tivesse uma espécie de contra-parte nessa realidade. De início eles entram algumas vezes, testam a Inteligência Artificial criada por eles. Vai tudo muito bem, tudo muito legal, até que coisas estranhas passam a acontecer dentro da realidade virtual (entre elas, uma das partes passa a desconfiar da realidade em que vive) e um dos cientistas passa a ser suspeito de assassinato no mundo real.

O filme aborda dessa maneira temas como se a inteligência artifcial é capaz de “pensar” por conta própria, discute a ética no mundo virtual e coisas do tipo. Interessante. Recomendo!! XD

Direção:  Josef Rusnak

Produção: Roland Emmerich ( Sim….O cara de Independece Day, 10 000 a.c., O Dia Depois de Amanhã)

Elenco: Craig Bierko, Gretchen Mol, Armin Mueller-Stahl, Vincent D’Onofrio e Dennis Haysbert

Realidades Virtuais

Gosta do tema? Experimente também ExistenZ, do mesmo ano. A história é sobre um jogo e daí segue a trama. Eu nunca vi o filme, mas entra o destaque para o elenco composto por Jude Law, Willen Dafoe e Sir Ian Holm ( Olha o Bilbo aí de novo).

eXistenZ

Ou Nirvana, um filme italiano de 1997 com Christopher “Highlander” Lambert. No filme, um personagem criado para um jogo de realidade virtual se dá conta de sua existência e do ciclo que é obrigado a viver cada vez que morre ou se termina o jogo, voltando para início.

Nirvana

Garden State – Hora de Voltar

Postado em Recomendo com as tags , , , em Março 7, 2008 por igormendes

A sugestão para essa primeira sexta-feira “marciana” é dupla. Recomendo o filme e a sua trilha sonora.

 

O FILME

Garden State é um filme independente de 2004, dirigido e escrito por Zach Braff, mais conhecido como o J.D. do seriado Scrubs. Além do próprio Braff como ator principal, o filme ainda trás como coadjuvantes Natalie Portman e Sir Ian Holm (para quem não sabe o Bilbo do Senhor dos Anéis e o andróide do primeiro filme do Alien).

GS é uma comédia dramática, com boas sacações. No filme acompanhamos o personagem principal que volta para sua cidade natal para o enterro de sua mãe depois de 16 anos fora. Tentando firmar uma relação com seu pai e redescobrindo suas relações com antigos amigos a história diverte e pode inclusive tocar pessoas que passam por casos semelhantes de sair de casa.

 A TRILHA SONORA

A trilha sonora teve suas músicas escolhidas a dedo por… Zach Braff! Sim, ele reuniu um número agradável de músicas, em sua maioria no estilo indie-rock que dão o charme em diversos momentos do filme e ajudam a contar a história. Destaque para o grupo The Shins e para a música de Colin Hay, ex-vocalista do Men at Work.

A seleção de músicas foi bem recebida e ganhou um Grammy em 2005.

Abaixo a set-list do cd:

  1. Don’t Panic” by Coldplay – 2:16
  2. Caring Is Creepy” by The Shins – 3:20
  3. “In the Waiting Line” by Zero 7 – 4:33
  4. New Slang” by The Shins – 3:51
  5. “I Just Don’t Think I’ll Ever Get Over You” by Colin Hay – 5:18
  6. “Blue Eyes” by Cary Brothers – 4:18
  7. “Fair” by Remy Zero – 3:54
  8. “One of These Things First” by Nick Drake – 4:49
  9. Lebanese Blonde” by Thievery Corporation – 4:46
  10. The Only Living Boy in New York” by Simon & Garfunkel – 3:59
  11. Such Great Heights” by Iron & Wine (cover of The Postal Service from the album Give Up) – 4:12
  12. “Let Go” by Frou Frou – 4:12
  13. “Winding Road” by Bonnie Somerville – 3:27

Trailer do filme:

 Clipe de “New Slang”, do The Shins

RPG’s japoneses

Postado em Games, Recomendo com as tags , , , , , , em Fevereiro 26, 2008 por igormendes


RPG’s Japoneses e a Jornada do Herói

Eu gosto muito de Final Fantasy e outras séries de RPG japonesas(Kingdom Hearts XD). Em sua maioria têm personagens carismáticos, tramas envolventes e golpes cheios de efeitos especiais.

Mas para falar a verdade, RPG’s japoneses não são RPG’s de verdade. Há poucas opções em termos de história; Eles são extremamente lineares. Você não pode deixar de salvar o garoto na praia que foi atacado por monstros abssais. Não se pode ser malzão. O máximo que se pode fazer é ignorar as side quests do jogo, os chefes secretos e ir direto ao final.

Isso os difere muito de jogos como Baldur’s Gate, Never Winter Nights e Elder Scrolls. As opções são vastas e você não precisa se prender a certos aspectos do personagem. Ser um cara mal pode até dificultar a sua vida, mas é possível.

Diferentes Fórmulas, Mesma História

O que os RPG’s orientais tem de destaque maior é a forma como são contadas suas histórias e é aí que reside seu charme. Eles são como Mangás e Animes e as novas gerações de jogos (desde os primeiros jogos de PS2) tem se aproximado disso. Como recursos gráficos maiores e a introdução de diálogos falados acrescentaram a esses jogos diversas cut scenes (aquelas ceninhas no meio do jogo com gráficos em tempo real que servem para contar parte da história). O jogador virá um telespectador durante minutos e mais minutos. Os japoneses gostam de contar histórias e é isso que seus jogos fazem de melhor. Você vira um participante dessas histórias.

É como fazer parte da produção de um Anime. A diversão fica garantida por horas e horas, mas se os personagens não conseguem cativar o público a coisa despenca. A centralidade desses jogos está nos personagens. Você tem de ser convencido de que quer ver a trajetória do herói até o final. Um recurso interessante que era usado nos primeiros jogos do gênero para aprender a atenção eram os personagens principais mudos. Assim você, que não fazia parte da história e não podia interagir diretamente com os outros personagens se sentia na pele do herói. Dragon Quest ainda segue a risca a formula em DQ VIII, não só essa como a de todo RPG oriental das antigas, com uma história simples e que aposta, indiretamente, na jornada do herói, um conceito criado por Joseph Campbell.

Segundo Campbell, há uma espécie de “monomito”, ou seja, um mito geral em todas as culturas, mas com formatos diferentes. Esses mitos falam de heróis em jornadas de auto-conhecimento e auto-transcendência. As histórias dos RPG’s japoneses, com grande freqüência se encaixa nesses termos e a identificação do jogador com essas histórias que são contadas se tornou a grande chave dessa relação.

Lembrando que essa fórmula não foi utilizada apenas pelos orientais. Ela aparece na série Star Wars e é claro, nos jogos de RPG ocidentais com a mesma freqüência. O que destaco como diferença é a abordagem do tema e o quanto ele se faz presente em cada um dos dois estilos de jogos.


Maneira Nova de Fazer Coisas Velhas

Hironobu Sakagushi, criador da série Final Fantasy,demonstrou essa característica dos japas com sua produtora, a Mistwalker. Ele saiu da Square-Enix cuspindo em Final Fantasy: declarou que come FF no café manhã. Depois de declarar uma grande inovação nos jogos de sua produtora publicou Lost Odyssey, que apesar de ser, aparentemente, um bom jogo mais parece um… Final Fantasy. Batalhas de turno, linearidade, super CG’s…

Sakagushi não fez nada de errado, fez o melhor que se faz na terra do sol nascente, até porque, é exatamente isso que a Microsoft quer buscando o mercado de olhos puxados.

Eu pessoalmente gosto de ambos: a liberdade dos ocidentais e as histórias contadas pelos orientais. Na minha opinião, não dá para misturar as duas coisas pois são propostas diferentes e portanto que cada um tenha seu lugar ao sol. E você? Qual a sua opinião?

Leia e Veja Mais Sobre O Mito do Herói:

O livro de Joseph Campbell que trata do assunto se chama The Hero with a Thousand Faces( O herói das mil faces, com tradução em português) e também numa série de 4 livros chamada The Masks of God( Mascaras de Deus, também há tradução em português).

 

Visite também o site: http://forum.valinor.com.br/showthread.php?t=35614

Lá há uma comparação do mito com a trilogia do Senhor dos Anéis, além de mais informações a respeito da jornada em si.

 

Assista Fúria de Titãs do diretor Desmond Davis que conta a história de Perseu, clássico exemplo da jornada do herói ou então A Lenda, de Ridley Scott, excelente filme com o Tom Cruise antes de ser um pop star. Não vou sugerir as trilogias de Star Wars, porque só quem não vive nesse mundo não viu.

Special Mission

Postado em Recomendo com as tags , , em Fevereiro 19, 2008 por igormendes

Para quem gosta de Metal Slug, recomendo um jogo em Flash bem bacana. Utilizando o mesmo conceito e mesmo estilo de desenho, mas com animações próprias, Special Mission é um bom jogo para passar as horas entediantes ou para preencher aqueles 15 minutos que faltam para bater o cartão de ponto. O jogo aparece todo em japonês.

Dica: Após selecionar jogar (primeira opção) e ver as explicações de como o jogo funciona, abrirá uma janela com 3 opções em japonês. São as dificuldades do jogo, sendo que a primeira é a mais fácil e a última mais difícil (dã :p)

Special Mission 

Special Mission