Para os parcos indivíduos que me acompanham, decidi acabar com o ego centrismo reinante nesse blog e mudei o endereço para o nome do blog: naotenho.wordpress.com
É a mesma coisa, no entanto faz mais juz ao nome do blog. Obrigado e feliz 2009.
Para os parcos indivíduos que me acompanham, decidi acabar com o ego centrismo reinante nesse blog e mudei o endereço para o nome do blog: naotenho.wordpress.com
É a mesma coisa, no entanto faz mais juz ao nome do blog. Obrigado e feliz 2009.
Dica: para quem está precisando transformar arquivos de texto em arquivos PDF, vai aí a dica: primo PDF e hammer online.
São duas ferremamentas online: uma permite a criação de PDF a outra edição (dá para recortar, reconfigurar a disposição das páginas).
Primo PDF
http://online.primopdf.com/Default.aspx
PDF Hammer
http://www.pdfhammer.com/
Zapeando por aí achei esse ANIME de Tartarugas Nija…como assim? Algúem pode me explicar o que é isso??? Assim que tiver olhado todos posto aqui.
Autalizado: Aparentemente foram feitas duas OVA’s desse povo aí para promover uma coleção de bonequinhos das tartarugas no japão. Que bizarro!
![Indie com seu facão caracterótico[?]](http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/e/e1/IndianaTempleDoom.jpg)
Digam o que quiser, mas nos dias de hoje não há mais filmes de aventura como os de Indiana Jones. O professor Henry Jones Junior é o verdadeiro herói que não está mais presente nos cinemas. Por quê? Oras porque ele paupável(apesar de suas aventuras serem fantásticas).
UM Verdadeiro Herói
Indiana comove como personagem. Veja bem, ele é um professor universitário normalzão que é também um arqueólogo. Ele parece ter criado para si mesmo um Alter Ego o Indiana( que é um nome que ele adota, como seu pai revela no terceiro filme). Algo que sinceramente todos nós gostaríamos de fazer é criar algo assim, um personagem de nós mesmos, prontos a mergulhar em aventuras. Mas o que é mais legal que apesar de pose, o chapéu e o chicote ele erra e se dá mal durante boa parte do filme. As vezes em que realmente se sai bem são as que usa sua mente de professor. Vide os últimos momento da Última Cruzada.
Por que deu certo?
Lógico que apenas ter um personagem legal na mão não é o suficiente. A equipe por trás de toda a produção do filme foi capaz de tornar real toda aquela fantasia. Steven Spielberg, George Lucas e John Willians e é claro Harrison Ford. Se não fosse pelo carisma do ator talvez não tivéssemos saído do primeiro filme.
A fórmula de ação, comédia, romance e mistério é dosada, baseado em clássicos dos anos 1930, 1940 e 1950. E por incrivel que pareça, em plena década de 1980 isso foi mais do que suficiente.
Por que pode dar certo?
Justamente porque, segundo indícios, os produtores mantiveram a fórmula antiga não se rendendo ao modelo de hoje, com heróis brucutus que não precisam de carisma, apenas da 9mm. No caso de INdie, ele precisa apenas do Chicote!!
Sinceramente, não vemos nada do tipo há anos. O que mais se aproximou da fórmula foi A Múmia, que ainda soube casar com efeitos especiais da sua geração. No entanto, A Múmia perde terreno no segundo filme, onde a história é mal amarrada e tudo se torna um Show de efeitos e de lutas de ninjas egipcias [WTF?]. O que aconteceu foi que os produtores não quiseram apostar na fórmula do primeiro filme, temendo baixa bilheteria. E essa é a razão que pode fazer com que Indiana Jones dê errado.
Por que pode dar errado?
Talvez para a nova geração, que não assistiu e se divertiu com as aventuras de “Junior”, o filme não consiga impressionar. Vivemos na era do Pós-Matrix. Um herói no estilo clássico como Jones talvez não agrade a eles.
Para a geração mais velha depois de passar por aventuras de mistérios mirabolantes como O Código DaVinci onde ficção e realidade se misturam, os mistérios do arqueólogo, um tanto ingênuos do ponto de vista das mais novas teorias da conspiração, possam nos fazer bucejar. Mas quem sabe, ao contrário, ele nos mostrara que justamente essa falta de pretensão é o convite a um mundo fantástico é o que precisamos. =]
Os Mistérios de Indie
Indiana Jones e Os caçadores da arca perdida,1981: Indiana Jones parte em procura da Arca da Aliança, arca que supostamente guarda as tábuas dos Dez Mandamentos.
Indiana Jones e O Templo da Perdição,1984: O herói vai parar por acidente numa vila na Índia onde crianças estão desaparecendo.
Indiana Jones e A Última Cruzada,1989: Dessa vez junto com seu pai, o Dr. Henry Jones vai em busca do Santo Graal, lendário cálice em que Cristo bebeu na última ceia (não segundo o Dan Brown =P ).
Indiana Jones e O Reino da Caveira de Cristal: Poucas informações foram liberadas a respeito. O filme estréiou em Cannes esse final de semana e estréia no Brasil dia 22.
E para quem curte a musiqunha:
Cultura como explicação de comportamento
Os entendimentos compartilhados entre indivíduos fornecem condições para que as pessoas convivam e desempenhem certas ações em conjunto. São esses entendimentos que nos permitem viver em sociedade, temos em mente padrões de comportamento, forma de se postar diante de situações específicas.
Esses entendimentos atuam de forma geral e específica. Geral quando falamos de ações que remetem a convivência padrão, onde temos um conjunto de possibilidades em mente o que nos ajuda até a prever como os outros irão reagir. Um pedestre pode atravessar um cruzamento com o sinal fechado para os carros, de certa maneira, tranqüilo porque acredita que é entendimento mutuo que se o sinal está fechado para os carros nenhum motorista deve atravessar o cruzamento. Esse entendimento garante a convivência tranqüila em sociedade.
Os entendimentos específicos se remetem funções de certos grupos que conhecem regras específicas e podem prever o comportamento dos indivíduos que compartilham esse entendimento (como num jogo de xadrez só se pode prever o movimento do adversário quando se conhece as regras e se espera que o adversário as compartilhe). É um tipo de cultura específica, porque não é necessário o compartilhamento entre todos os indivíduos, apenas os que vão executar aquela ação. Becker dá o exemplo do grupo de músicos que se reúnem aos finais de semana para tocarem em bailes, festas,etc. Na sua experiência em Chicago ele trabalhou com músicos os quais conhecia apenas nas noites de apresentação, no entanto, por compartilharem um conhecimento musical comum, a harmonia musical era certa, sem que nenhum leigo percebesse que o grupo havia se formado a poucos instantes.
“O baterista arrumava os tambores, os outros ajustavam e afinavam os instrumentos e na hora de começar, o líder anunciava o nome da canção e o tom – Exactly like you, em si, por exemplo – e começávamos a tocar. Não só começávamos juntos, como também tocávamos figuras de fundo ajustadas à melodia que algum outro estava tocando e, talvez mais milagrosamente ainda, terminávamos juntos. Ninguém na audiência suspeitava que nunca nos havíamos visto até vinte minutos atrás.”.[1]
[1] BECKER,Howard S. – Doing Things Together: Selected Papers. Evaston: Northwestern University Press, 1986.

Nas duas últimas semanas assisti essa seriezinha japonesa com nome esquisito. Baseada numa história supostamente real que originou um livro, a série narra acontecimentos com um ‘Otaku’ que se apaixona por uma garota da alta sociedade japonesa. Como todo Otaku ou nerd que se preze, o personagem principal tem problemas para se relacionar com pessoas, principalmente garotas e usa a internet como principal meio de comunicação com outars pessoas.
História
Após praticamente salvar uma garota de um bêbado em um trem ele fica apaixonado por ela. Ao relatar os acontecimentos em um Fórum para solteiros na internet ele adota o apelido de “Densha Otoko” (Homem do Trem).
A garota por sua vez, como é de costume no Japão, resolve mandar um presente de agradecimento e é aí que a história fica divertida. As pessoas comessam a incentivar Densha a entrar em contato com ela. Por ser muito introvertido e temendo ser rejeitado por ser um otaku, ele passa a pedir conselhos no Fórum. Após pouco tempo o tópico de Densha se torna famoso em toda a Tokyo.
A série
A série, apesar de momentos muito dramáticos, tem boas sacadas. Os momentos em que Densha conversa no fórum são ilustrados de forma que, mesmo sem saber quem são, você passa a gostar dos personagens. Muita coisa engraçada acontece, principalmente quando ele tenta deixar de ser um Otaku. Muito bem dirigida, divertida e a trilha sonora tem ótimos momentos.
Os personagens são o que mais caracteriza a série. Não se entra em contato apenas com Densha, mas com todos os que o cercam. Ótima série para quem gosta da cultura japonesa e para quem não gosta. =P
Densha Otoko
Exibido pela Fuji TV de julho a setembro de 2005
11 episódios
Traduções dos Posts Originais de Densha (em inglês)
Só é possível fazer um comentário a respeito desse vídeo: só podia ser japonês!
Achado arqueológico comprova que americanos sempre foram uma bosta. Dê uma olhada no título da notícia do link. Tem anti-americano dentro do Yahoo, só pode. Imagem e link para tirar prova.
Jack Black é foda e eu sou MUITO fã do cara. A maioria das pessoas que eu conheço não curtem o cara mas eu acho o gordinho muito legal e engraçado. E ele ainda tem uma banda, Tenacious D, além de ser amigo do Dave Ghrol. Sinceramente, eu não ligaria de ser ele….
Bom, como se tem falado de Kung Fu Panda para lá e para cá resolvi procurar algo a respeito do outro filme novo dele, o Be Kind Rewind (não sei se já tem tradução no Brasil). Estão acusando a idéia do filme de plágio de um episódio de uma série antiga da Nicklodeon, mas eu nem ligo por dois motivos:
1-direção do filme , que é do Michel Gondry, diretor do Brilho Eterno de uma mente sem lembrança
2- JACK BLACK!!!!!!